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Psicologia do luto pode ajudar a superar a dor da perda

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Perder alguém querido, para a maioria das pessoas, é uma situação difícil de ser superada e, infelizmente, a dor da perda não pode ser evitada. É necessário um tempo para que a dor vá embora ou se transforme e permaneça somente a saudade. Para ajudar neste tempo do luto, algumas empresas como o Grupo Vila disponibilizam o serviço da psicologia do luto, oferecendo um cuidado especial a quem enfrenta uma perda significativa.

Em recente entrevista, a terapeuta Adriana Thomaz, que cuidou da atriz Cissa Guimarães após a morte do filho, relatou que existem poucos especialistas em luto no Brasil. O Cemitério Morada da Paz e o Parque da Passagem, no Rio Grande do Norte, possuem uma equipe de psicólogas capacitadas para dar o suporte necessário a quem precisa do serviço.

A psicóloga especializada em luto, Ana Elisa, explica que no processo terapêutico, ocorrem também alguns conselhos básicos como, por exemplo, tomar a decisão de ir ou não ao velório e do que fazer com os pertences do ente falecido. A terapia auxilia a pessoa enlutada a reconhecer as tarefas necessárias do luto e através do suporte emocional, apoio e orientação, facilita então a organização para que haja a elaboração da perda. A formação da rede de apoio e a busca ou retomada da espiritualidade (independente de religião) são fatores também positivos quando acontecem durante o período do luto, pois auxiliam na reconstrução de um novo sentido para a vida, comenta Ana Elisa.

As pessoas precisam de um tempo para aprender a lidar com a nova realidade. “Por isso, vivenciar o luto é importante para que o enlutado possa passar pela experiência de uma forma “saudável” podendo externar seus pensamentos e sentimentos acerca do ocorrido. Dessa forma, recebendo apoio e compreensão durante o tempo que for necessário, é possível sim que a pessoa que passa pela experiência da perda consiga aprender a conviver com a ausência do ente querido e retome, aos poucos, suas atividades cotidianas ou estabeleça novos projetos de vida”, detalha.

Ana Elisa alerta ainda que alguns comportamentos que o enlutado apresente poderão ser sinalizadores de que é necessária a procura por ajuda profissional especializada, como por exemplo, os casos de isolamento extremo, falta de apetite total, insônia por vários dias consecutivos ou crises extremas de depressão que possam acarretar perigo para a vida do enlutado ou de pessoas próximas a ele. No mais, finaliza, bom senso, amor e respeito é a fórmula ideal para auxiliar uma pessoa enlutada que certamente ficará muito grata pelo apoio e consideração nesse período tão complexo, por vezes doloroso, mas de grandes aprendizados e possibilidades de crescimento integral.

Saiba mais sobre a psicologia do luto: www.grupovila.com.br

Foto: Divulgação

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